Quais os benefícios das equipes de formação profissional?

O ex-governador Philippe Lamoise explica a diferença entre equipes de formação profissional e Intercâmbio de Grupos de Estudos

No final de 2010 e início de 2011, liderei a viagem de uma equipe de formação profissional (EFP) do Distrito 5340, EUA, ao Distrito 9200, Uganda, ambos pilotos do Plano Visão de Futuro. Dez anos antes, fiz parte de um IGE entre os mesmos distritos. Embora ambas as experiências tenham sido muito boas, estou especialmente orgulhoso de nossas conquistas como EFP. As EFPs são grupos de rotarianos e não rotarianos que viajam a outros países para receber e oferecer capacitação profissional. Nossa EFP, financiada por um Subsídio Global da Fundação Rotária, ajudou a executar o projeto “Adote um Vilarejo” em Nkondo, Uganda, que envolveu quatro áreas de enfoque: recursos hídricos e saneamento, educação básica e alfabetização, prevenção e tratamento de doenças, e desenvolvimento econômico e comunitário.

A equipe, constituída por quatro rotarianos e três profissionais não rotarianos, forneceu treinamento em técnicas agrícolas, planejamento financeiro e microcrédito, ajudou na preparação e instalação de sistema hídrico, treinou trabalhadores na área de saúde e reformou um laboratório de computação de uma escola. Nós motivamos o governo local a também se envolver e doar fundos para a escola e a clínica. O programa IGE financia viagens para equipes de não rotarianos de diversas profissões a um distrito de outro país, onde são recebidos por rotarianos que organizam um itinerário profissional, educativo e cultural.

Minha experiência com o IGE foi ótima para conhecer o Leste da África e fazer contato com rotarianos de lá. Apesar de estabelecer relações ser muito importantes, creio que as EFPs agregam mais valor que o IGE.

Em julho de 2013, com o lançamento do novo modelo de subsídios, o IGE deixará de existir. Porém, os distritos poderão continuar suas relações e encontrar parceiros na Assembleia Internacional, na Convenção do RI, no Rotary Showcase e no ProjectLINK. Além disso, os distritos poderão continuar fazendo intercâmbios no mesmo modelo com os Subsídios Distritais.

(Fonte: Rotary Leader, setembro 2012)

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